A Busca Pela Paz Mundial << voltar
autor: não informado | publicação: 24/05/2007
artigo: A Busca Pela Paz Mundial

Atravessando os tempos, os povos vêm cumprindo as suas etapas e alicerçando-se em etnias, culturas, religiões e costumes, mas nem sempre se trazendo sob todos estes enfoques em legitimidade de intenções, a valorizar os seres humanos e respeitá-los como filhos de Deus.

O que falta aos homens para perceberem que a paz do mundo precisa vir da paz de cada ser humano e do próprio respeito para com todas as naturezas?

O que falta para que alicerces mais fortes sejam erguidos a que se evitem as desarmonias entre as criaturas e os povos?

Será que a busca a Deus não está sendo feita e, os seres humanos, ao se considerarem os próprios deuses encarnados, não estão respeitando seus limites?

Será que a materialidade está ocupando as mentes e rompendo estes limites que precisam ser respeitados diante das necessidades de uma maior valorização das criaturas e das naturezas que as rodeiam?

Na verdade, se existe desordem mundial é por estarem as próprias criaturas, também desordenadas e desequilibradas intimamente. E, sendo assim, como construir um mundo de paz e amor, se dentro de si as criaturas não se conhecem e desrespeitam a si próprias, alastrando ao redor a sua própria imoralidade, inveja, covardia, orgulho, ganância e inveja? Como reconstruir e reorganizar este planeta tão pleno e abundante, se a fuga às verdades divinas se torna freqüente pelo ódio e falta de compreensão e amor uns para com os outros?

Esta resposta é visualizada por aqueles que já praticam as básicas evangélicas, pelas criaturas que já tomam a si letra divina, exemplificando o Evangelho na postura diária de caridade, amor e respeito a todos os seus irmãos.

A meta a ser atingida por todos nós que hoje, habitamos a esfera, precisa ser de paz e luz, compreensão, perdão e fé, a conjugarmos as máximas evangélicas nos direitos e deveres que deverão nos direcionar, a evitarmos um maior caos neste mundo, já tão sofrido, maculado e carente.

Assim, como almas e filhos de Deus só nos resta pedir que os povos procurem se entender, respeitando-se, mutuamente, em seus diversos aspectos de crescimento humano e espiritual, nos seus costumes e religiões.

Que possamos, todos nós aqui presentes nesta assembléia, elevar nosso pensamento ao Pai e, nos mostrando, simplesmente como irmãos e filhos de um mesmo Pai, agradecer por estarmos nos contatando e buscando neste instante de harmonia e fraternidade, como, também precisamos alastrar estes instantes a todos os que se reúnem em nome de Deus, unindo-nos como num só rebanho com um só Pastor.

Agradecemos o convite para participar desta comunhão de ideais em busca pela paz e colocamo-nos à disposição como criaturas a abraçar sempre estes nítidos propósitos de união e fraternidade universal.

 

(Autor não informado)
Mensagem psicografada por Angela Coutinho, em 24 de maio de 2007, Petrópolis - RJ

 

Busca Por Texto
Arquivo