23 | 06 | 2018
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Tudo pela Vida

 Título:

Tudo pela Vida
Terrena e Eterna

Psicografia:  Ângela Coutinho

Espíritos:

Emmanuel

Editora:

 

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O PSIQUISMO ATRAVÉS DAS EXISTÊNCIAS EM SUAS DIFERENTES ETAPAS

 

                        Observemos:

         _A multiplicidade de acordos em planos espirituais a enfocar as inúmeras possibilidades dos relacionamentos da próxima personalidade a ser revestido o Espírito na esfera, estando ele diante das chamativas do meio, do progresso e do seu próprio relacionamento íntimo no diálogo consigo mesmo.

            _Na vida carnal: como reage o psiquismo dos seres em suas diferentes etapas de vida? Seriam exteriorizações da personalidade espiritual ou da que se apresenta nesta atualidade? Quais seriam as características a se tornarem imperativas na nova personalidade?

         _Etapas a serem enfocadas:

         _Na vida intra-uterina: o que o Espírito capta e sente, o que absorve e dispensa:

         _Ao nascer: será que já distende o seu relacionamento com o meio e, logicamente, com a mãe, com o pai, em sentimentos e no período da amamentação ? Captará ele as vibrações enviadas por todos que o visitarem e dilatarem em sua direção as diferentes colocações emocionais? Sofrerá ele as influências dos irmãos do mundo espiritual?

         _Em idades primeiras até os sete anos: como será o seu envolvimento psíquico com os que lhe rodeiam e as chamativas das necessidades de sobrevivência, tais como: sua alimentação, relacionamento com infantes de sua idade no meio curricular em Creches ou Jardim de Infância, onde se vê diante de propostas múltiplas de emoções, aprendizados e vibrações? Como os pais e educadores irão perceber que já existe uma forte impressão de personalidade nesta alma? Será preciso respeitar as suas tendências e temperamento?

         _Nas fases da pré-adolescência, onde surgem atraentes chamativas, justamente a impulsionar tendências do Ser Espírito, mesmo na inconsciência em que se encontra, porém podendo fazê-lo despertar a exteriorizar o seu lado bom ou negativo. O que absorverá e fixará em sua mente se ficar exposto às chamativas das convivências com amigos e dos próprios veículos de comunicação, como, também, da educação familiar constante? Geralmente, como se comportam? Acham que haverá possibilidade ainda de uma atuação maior dos próprios pais em imposições ao Espírito, já com firmes tendências e sentimentos?

         _ No período da adolescência, em que bases se encontrará o jovem Espírito que veio burilar-se nesta esfera de provas, expiações e ressarcimentos?

         Os envolvimentos se darão dependendo do percentual fixado na mente espiritual de positividades ou de negatividades, ou tudo irá depender, como sempre, da livre escolha do ser? As opções irão variar sempre, porém, os percentuais já adquiridos em vivências pretéritas, sejam eles positivos ou negativos, é que irão pautar os posicionamentos destes jovens. Esta é uma das principais fases de um ser, senão, talvez, a mais necessária, pois proporcionará uma manipulação maior pelo simples fato que o adolescente já tem um discernimento maior e mais possibilidades de diálogo e movimentações.

         Enfoquemos as principais chamativas aos jovens desta atualidade:

            _ Os modismos, excentricidades e aspirações, estas, principalmente, movimentadas pelas chamativas de momento e nos impulsos de crescimento na materialidade e nas sensações a se fazerem extremas a lhes imputar “adrenalinas” maiores, não?  Os excessos nestes modismos a gerar exteriorizações perniciosas e ultrajantes à moral, tais como: tatuagens, pirces, fumo, álcool, as drogas e a exploração do sexo como forma de se dizerem atualizados com todo progresso gerado pelos veículos de comunicação e, até muito mais, com os outros próprios jovens com os quais se envolvem, achando-se em "liberdade", nesta falsa liberdade, na ilusão de que liberdade significa desvirtuamentos e oposições às estruturais morais e sociais imputadas pela sociedade em que vivem.

         Pergunto aos jovens de hoje:

         _Por que se deixam ou querem envolver-se com estes veículos perniciosos se sabem que irão lhes trazer consequências funestas e conturbadoras?

         _Qual o futuro que esperam para si mesmos e, diante dos relacionamentos com os irmãos que se unem em tantos excessos atuais?

         _Pretenderão achar seus parceiros para caminhar, ajustados em propostas de criar uma família e, naturalmente filhos, etc.? O que pretenderão que seus filhos sejam: iguais em excentricidades e modismos que, com certeza, já irão estar em avanços irreversíveis ou, poderão aspirar a vidas sadias, moralizadas e que tragam a eles e a vocês paz e harmonia dentro de um contexto de vida que, cada vez mais, irá, com o envelhecimento físico, necessitar de conforto, paz e de consanguíneos em equilíbrios morais e emocionais? Que esforços fazem, hoje, irmãos, já estando conhecendo estas causas perniciosas e seus efeitos negativos e destruidores, para não entrarem neste funil destruidor de vida?

         Vamos representar, mentalmente, como se estivessem assistindo a um filme em sua tela mental, fechando seus olhos e vendo-se em idade mais madura com o tipo de vida que levam, hoje, e visualizando quem estará ao seu lado, ainda lhes acompanhando e cuidando de vocês, ou sendo cuidados por vocês mesmos? Vêem-se física e, emocionalmente com as mesmas problemáticas que lhes envolvem hoje? Abram, agora seus olhos, e fixem a sua realidade atual. É isto que querem? Certamente que não, pois são muitas as evidenciações das consequências visualizadas em outros irmãos e amigos, não é? O que fazer, então? Qual o seu posicionamento humano ao verem seus filhos ou netos, fazendo o que vocês mesmos fazem, hoje, como adolescentes? Qual seria a atitude de vocês? Digo que seria trabalhar estas problemáticas, dia a dia, a fim de promoverem um reajusto íntimo, um aperfeiçoamento de si mesmos, não é? Seria uma modificação no seu modo de conviver e viver para não sofrerem, mais tarde, as consequências pungentes, negativas ou, também, positivas de atitudes e pensamentos?

         _Sentem seu psiquismo atual (meio de pensar e relacionamento com os seres ao redor e impressões que tudo lhes causa) diante do meio e de si mesmos, em concepções positivas ou negativas?  

            _Quais os excessos que lhes preocupam, hoje, diante das atitudes de amigos de convivência?

         _O que acham que poderão fazer e como ajudar a modificá-los, caso vejam malefícios em seu proceder?

         _Quais conselhos dariam aos jovens de hoje, para que o amanhã possa ser atingido e vivenciado com mais amor, respeito e moral?

         Voltemos, agora, à fase adulta do ser:

         _Como estará o seu psiquismo nesta fase de maior amadurecimento humano e espiritual? Estão em etapas que foram difíceis ou já conseguiram delinear suas vidas, a obter uma harmonia maior esquecendo inimizades e desafetos,etc.?

         _O que será que ficou firmado em sua mente, depois das etapas vividas, anteriormente? Algo positivo e que serviu de aprendizado ou ainda existem mágoas e máculas a incomodá-los?

         _Secretamente, agora, pergunto aos jovens que estão aqui, como vêem suas mães e seus pais, dentro e fora do lar? Como reagem eles diante das chamativas do meio e no relacionamento com vocês? Percebem recalques, excessos cravados no seu psiquismo que os prejudica ou, que os enaltece diante de seus olhos?

         _Como lidam, vocês, pais, com estes fatores positivos ou negativos? Influem vocês no direcionamento de suas vidas? É isto que querem? O que fazer, então, pergunto novamente? Trabalhá-las hoje e sempre, conscientemente, a fim de promoverem um reajuste íntimo e um aperfeiçoamento de si mesmos, não é? Ou, talvez não mexerem neste sótão empoeirado, deixando tudo como está, para que a vida não os torne mais infelizes ou endurecidos, pelo não controle de diversidades mentais ou emocionais, não é? O que precisam ainda realizar?

         Aos filhos: _Como podem ajudar a seus pais em suas problemáticas? Aceitariam eles um diálogo franco e, ao mesmo tempo, lúcido e carinhoso de amigos de caminhada?

         Aos pais: por quantas e quantas vezes não se arrependeram de atitudes, aumentando desacordos íntimos e, modificando, com isto, o relacionamento com alguns irmãos ou com a própria vida? Ainda existe algo a ser feito em relação aos seus filhos?

         A vida, irmãos, é um somatório de tendências, influências e atuações, tudo isto indo e vindo, entre emoções e raciocínios, oscilando, por muitas vezes, numa exteriorização máxima das emoções, ou ao contrário, num complexo de raciocínios distorcidos, exagerados ou sem complementações que tragam maiores possibilidades ao viver atual. Tudo irá fluir no psiquismo, esta válvula vibratória que nos posiciona a cada vida.

         Assim, as diversas etapas de vida nos trarão propostas a novas sensações, sentimentos e raciocínios, modulando nossas almas até que o alvorecer da maturidade espiritual nos alcance.

         Bem, ultrapassando a fase adulta da idade média das criaturas, coloquemos um pouco de dificuldades a vocês, para uma ponderação no exercício das idades mais avançadas. Não podemos limitar a idade cronológica para estas apurações e percepções, pois existem diferenças inúmeras, de criatura a criatura, no posicionamento psíquico entre as idades de 60 a 80 anos, ou de 80 a 100 anos, dependendo das diferentes vivências e vontades. Ao atingir a idade das vivenciações em que os organismos físicos começam a sentir as falências do físico, a diminuição das sensações da libido, as atuações se tornando mais espaçadas na vida social, entre outras inibições, o psiquismo sofre variantes em cada posicionamento e, os mais jovens sentem, por muitas vezes, as diferenciações de personalidade destas almas, numa mudança de semblantes, em atitudes com entes queridos, demonstrando, assim, como foi o recolhimento de seu viver em totalidade.

         Quando a criatura já detém um equilíbrio maior, mantém emoções, sentimentos e atitudes já em movimentações mais calmas e sensatas. Os mais idosos que aqui estão, não querendo dizer em faixas etárias, totalmente, avançadas, mas os que se acham no recolhimento dos efeitos de uma vida já construída e absorvida pelo trabalho na materialidade, como também, no esforço de trabalho ativo na consanguinidade que lhes coube, pergunto:

         _Acham que já viveram o bastante ou querem mais oportunidades na convivência com as pessoas que lhes rodeiam, com o mundo e em suas atividades?

         _Como variam os posicionamentos mentais? Serão ainda de ilusões ou de entendimento perfeito do que foram e realizaram? O que ficou faltando?

         _Conseguiram mudar alguma coisa em vocês no relacionamento, de modo geral, com vocês mesmos? E com aqueles que ainda insistem a lhes trazer problemáticas?

         _Como reagem ao sentirem que a vivência carnal está caminhando para o final dos exercícios cármicos nesta esfera densa?

         _Qual a sensação de se verem, de uma hora para outra, em plano espiritual, distante de tudo que angariaram nesta existência, inclusive sem chances de manifestações de sua vontade?

         _O que falta fazer, dizer, realizar neste envolvimento cármico ostensivo com os consanguíneos?

         _Pensem com quem gostariam de continuar a conviver no mundo espiritual. Será que estas almas seriam as mesmas em personalidade e sentimentos?

         _Agora, pensem naqueles que lhes oprimem; estes, serão os que ainda precisam se aproximar e desfazer desafetos e diferenças, pois serão, justamente, os que lhes colocarão sob ostensivos sentimentos de dor ou remorso.

         Pergunto a todos:

         _o psiquismo na fase do envelhecimento se posiciona mais dentro da vivenciação carnal ou já existe uma tendência ao alheamento e, consequentemente, deixando-se a criatura a buscar o lado mais sutil e suave da vida e, naturalmente, o seu berço natal, que é a vida espiritual?

         Digamos que as variantes são muitas e cada alma irá sentir e buscar a liberdade própria do Espírito, conforme o que já recolheu nas múltiplas vivências.

         Agora, finalizando, pergunto:

         _No desencarne, qual posicionamento mental irá permanecer, de modo geral, na criatura: o atual, o distorcido e conveniente a uma fuga ou já o de plano anterior no desprendimento da alma, numa personalística mais amadurecida?

         _Variantes inúmeras se exteriorizarão nos seres que desencarnam, demonstrando, neste momento quem é, o que fez e recolheu da vida, o que deixou passar e, exatamente, o que é e sente, não?

         Paremos por aqui, amigos, deixando a vocês as inúmeras arguições a se fazerem, intimamente e, permitindo, assim, renovações e modificações a cada etapa de vida, a cada momento nos diversos colóquios com as almas irmãs, a que possam equilibrar este pêndulo do relacionamento de Espírito a Espírito, dentro do qual, na livre movimentação, Deus lhes colocou, permitindo, no exercício contínuo e abastecido pelas naturezas múltiplas que nos rodeia, o adestramento de cada possibilidade e condição espiritual.

         Avaliem-se, a cada instante, monitorando a vocês mesmos e não permitindo que os intrusos de pretérito usurpem o direito de remodelagem de suas almas, de vocês, Espíritos em vivenciações necessárias no exercício constante com as diversas variantes energéticas, isto é, com todas as naturezas criadas pelo Pai.

 

                                                                  Henrique Karroiz

          Mensagem psicografada por Angela Coutinho em 17 de março de 2011, Petrópolis, RJ. 

 

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O Psiquismo através das existências em suas diferentes etapas

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